Segunda-feira, 18.04.11

Webservice, o essencial é comunicar!


A comunicação é a base essencial de transmissão de informação na nossa sociedade. Existem no entanto várias barreiras, a lingua materna do individuo, interrupção de diálogo, tipo de personalidade, etc... Na informática estas barreiras também existem, muitas são as empresas que pretendem que o seu software de facturação comunique com o software de gestão de stocks ou que os seus catálogos possam ser vistos nos mais diversos tablets existentes, ou até com o seu próprio website. Imagine agora que na informática tal como na vida real poderia existir um tradutor de linguagem, que efectivamente não é muito mais do que isso na realidade computacional: o webservice. Um webservice funciona como uma “ponte” entre dois ou mais tipos de tecnologias diferentes sendo por si só uma óptima ferramenta na integração de sistemas multiplataforma com base na web, abrindo várias portas e possibilidades para dispositivos móveis, programadores, consultores e até às empresas solicitadoras deste serviço.
publicado por Nuno Moura às 16:00 | link do post | comentar
Segunda-feira, 21.03.11

O networking nas redes sociais e os critérios de exclusividade. Ou a minha homenagem aos 5 anos do Twitter.

No filme "Social Network", quando os gémeos Winklevoss propõem ao Zuckerberg o seu novo projecto, falam do critério diferenciador da sua nova rede social: a exclusividade - conseguida através da utilização dos endereços de mail de Harvard. Para todos os efeitos, foi assim que nasceu o Facebook. Seria a rede social da elite universitária. O projecto nasceu, cresceu e tornou-se no monstro que é actualmente. A exclusividade desapareceu e o mercado das redes sociais "exclusivas" voltou a abrir-se. 

 

Lembro-me que quando aderi ao Facebook, mal apareceu em Portugal, um conhecido jornalista partilhou-me este desabafo: "quando o Orkut apareceu também eramos todos uma elite, em breve o Facebook será igual ao HI5". Dito e feito. Hoje o Facebook é a rede mais democrática em Portugal, simplesmente porque é aquela que é mais transversal socialmente. Não existe para partilhar experiências e opiniões, mas serve essencialmente para comunicarmos com amigos, na maioria das vezes com recurso à mais banal das futilidades. Paralelamente, vive uma invasão por parte das marcas, que facilmente criam e gerem páginas e até mesmo perfis (contra a política imposta pelo Facebook) - na sua grande maioria, sem pensarem a gestão das suas redes sociais numa perspectiva de comunicação integrada e sujeita a objectivos e técnicas de utilização específicas. 

 

Se para as marcas, ainda assim, é vital hoje em dia estarem no Facebook, será para que os profissionais também o é? O que acrescenta profissionalmente à vida de um advogado, de um jornalista, de um médico, ou de um gestor estarem nesta rede? Infelizmente, quase nada. Mais depressa relembram e cuscam a vida dos colegas de infância, da namorada da faculdade, ou do vizinho do quarto andar, do que conseguem absorver qualquer informação útil à sua vida profissional, ou gerarem networking necessário para o seu trabalho. É por estes motivos que o LinkedIN e o Twitter se tornam completamente indispensáveis à vida de um bom profissional.

 

Quanto ao LinkedIN não vou perder muito tempo. É uma rede social bem feita, organizada e vocacionada para a partilha de experiências profissionais. Infelizmente, para a maioria dos utilizadores portugueses, mais não é do que o seu CV em versão url. Não existe interacção, não existe postagem e em muitos casos nem sequer actualização do perfil.

 

O Twitter é diferente. Por norma é bem frequentado, permite absorver muita informação útil em tempo real, é de fácil interacção entre utilizadores, tem versões mobile muito boas (especialmente para iPhone e Android) e não se perde tempo em futilidades, como galerias fotográficas e jogos onde o nosso objectivo é plantar abóboras virtuais. Mas acima de tudo, é exclusivo. Exclusivo porquê? Simplesmente porque são poucas as pessoas que conseguem manter uma discussão em 140 caracteres.

 

Hoje o Twitter faz 5 anos e os interessados na sua compra vão continuar a aparecer. Simplesmente porque está vivo e porque é uma rede social que interessa, para pessoas que interessam. Esta é a rede com o verdadeiro critério da exclusividade.

publicado por João Gomes de Almeida às 20:34 | link do post | comentar | ver comentários (2)

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Bruno Araújo
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