Quarta-feira, 30.03.11

Obrigado

 

 

Não podíamos deixar de agradecer a todos aqueles que nos visitaram no arranque deste blog e que continuam a fazê-lo. Um obrigado especial à Maria João Nogueira dos Blogs Sapo pelo destaque da última semana, ao Rodrigo Saraiva que tanto tem feito pelas Relações Públicas na blogosfera, através do seu PiaR, ao Fernando Moreira de Sá que divulgou este blog no Albergue Espanhol e que hoje está de parabéns pelo 2º aniversário do seu Aventar e finalmente ao Nuno Gouveia, que no Cachimbo de Magritte teve a amabilidade de divulgar esta nossa humilde casa. Obrigado também ao Jornal da Madeira pela simpática referência. A todos o nosso muito obrigado.

 

PS – Estamos certos que com a nossa última contratação "vai vir charters da China” para visitar este blog.

publicado por João Gomes de Almeida às 15:14 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Triimm Trimmm

Get smart

 

 

Longe vão os tempos em que Maxwell Smart (Agent 86 para os mais desprevenidos) conseguia impressionar a 99 com o seu "Iphone".

A novidade será agora o Rollerphone, um media centre invejável .

 

"Who wouldn’t want their entire digital world on their wrist".

 

 

Triimm Triimm

 

 

Triim Triim

 

 

Triim Triim

 

 

Triim Triim

 

 

Triim Triim

 

 

Designer: Alexey Chugunnikov

 

Agradecimento especial ao nosso bloguer convidado ;)

publicado por B.A. às 12:20 | link do post | comentar
Terça-feira, 29.03.11

Simpsons´ out of town

Watch my style!

 

 

Após a tragédia no Japão, os episódios que mencionam acidentes nucleares serão excluídos da programação na Alemanha.

"Estamos a verificar todos os episódios e não exibiremos nenhum que possa provocar controvérsia", declarou Stella Rodger, porta-voz do canal privado Pro7, que exibe a série americana. Se tomarmos em consideração a ética profissional a que o Homer nos tem vindo a habituar enquanto director de segurança da central nuclear de Springfield...

Em alguns episódios, resíduos nucleares vazam para um jardim de infância, os encanamentos de resfriamento da central são perfurados e ratos mutantes ganham um aspecto luminoso.

"Com certeza não podemos mudar completamente o conteúdo da série", reconheceu a porta-voz.

 

Fonte: AFP Paris

publicado por B.A. às 11:25 | link do post | comentar
Sexta-feira, 25.03.11

Estão a chover livros no facebook

 

“Estão a chover livros” é a mais recente campanha de marketing da Editora Objectiva com o intuito de incrementar a notoriedade da marca no Facebook. O principal objectivo é reposicionar a editora nesta rede social, comunicando de forma mais próxima com os seus leitores, promovendo os seus títulos com maior dinamismo e alargando, desta forma, o seu público-alvo nos utilizadores desta rede social.

Na concepção estratégica desta campanha, a ABE considerou crucial manter o espírito da comunicação dentro dos valores da proximidade e qualidade reconhecidamente associados à marca estimulando um diálogo horizontal da Editora Objectiva com os seus seguidores e assumindo claramente nos seus autores publicados o seu capital mais valioso. A Editora Objectiva é parte do grupo Santillana que está presente em 22 países de língua portuguesa e espanhola. Em Portugal, é responsável pela edição de vários autores internacionais como Julian Assange, Nelson Mandela, Stéphane Assel e Ingrid Betancourt. Entre os autores nacionais, edita nomes como Valter Hugo Mãe e Ricardo Adolfo, e outras personalidades como Manuel Luís Goucha, Ana Bola, Otelo Saraiva de Carvalho e Helena Sacadura Cabral.

Na delineação da campanha foram consideradas duas tipologias de públicos distintas para os quais se comunica diferenciadamente mas de forma integrada. Para o público que mantém uma relação de reconhecimento meramente superficial da marca foi criada uma landing page no Facebook estimulando a proximidade na relação e a sua fidelização.

Paralelamente, decorre uma segunda campanha dedicada aos seguidores com uma relação próxima e com convicção pela marca. Os seguidores da página são convidados a enviar uma frase incluindo a expressão "Editora Objectiva" clicando na página dedicada ao passatempo. Os quatro melhores comentários ganham um exemplar de todos os livros que a Objectiva publicar até ao final do ano. Nesta perspectiva de comunicação integrada, os seguidores são convidados a participar no processo de branding.

publicado por B.A. às 11:21 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Quarta-feira, 23.03.11

A publicidade nos órgãos de comunicação social web. Um novo paradigma urge.

 

Vendem-se menos jornais e há cada vez mais gente a consumir informação. A diferença é que o cliente dos jornais actualmente opta por os consumir na internet, muitas vezes fazendo uma selecção das notícias que lhe interessa através das timelines das suas redes sociais. Até aqui tudo bem, não fosse o facto do leitor ter sido habituado a ter acesso gratuito à informação, facto que não acontecia quando havia uma hegemonia das edições impressas.

Não existindo um verdadeiro mercado publicitário na web informativa portuguesa, entrámos num ciclo vicioso: os jornais vendem menos na edição impressa, como tal, são obrigados a ceder informação gratuita na web, a publicidade por si só não cobre este investimento e para mal dos pecados dos publishers, o investimento na webmobile tem que ser cada vez maior, de forma a conseguirem levar a informação aos smartphones e tablets dos seus leitores. Tudo isto, ainda por cima num cenário de crise, torna-se completamente insustentável.

E o que é que os jornais portugueses têm feito para contornar este cenário? Enchem os sites de publicidade mal conseguida, com imensa poluição visual e que provoca entraves à navegação (ver nova publicidade da Gillete no Público on-line), desinvestindo no jornalismo de qualidade, retirando bons profissionais das suas redacções e substituindo-os por estagiários baratos, com pouca experiência e manifestamente mal preparados. Estas más políticas têm afastado os leitores dos seus jornais.

O que podem os jornais fazer para contrariarem este cenário? Inevitavelmente terão que educar os seus leitores  para uma nova realidade, onde o conteúdo jornalístico de qualidade, bem escrito, sério e com recurso a fontes credíveis terá que ser pago pelo leitor, mesmo quando seja disponibilizado na web. Nesta nova realidade, as agências de meios e publicidade também terão que repensar a sua abordagem à publicidade nos websites de jornais, fazendo-o de uma forma mais clean e eficaz, dando primazia à gestão da marca, em detrimento da mera contabilidade de tráfego exportado do site do jornal para o site do seu cliente. Desta forma, os jornais, os leitores, as agências e os anunciantes sairão todos beneficiados. 

publicado por João Gomes de Almeida às 23:48 | link do post | comentar

Buzzófias

A Europa está enclausurada entre os amigos ricos do pós-guerra e os novos emergentes do século XXI - os tais desmancha-prazeres dos "BRIC´s" de que a Goldman Sachs tanto fala. O made in China e o made in Índia vieram reconfigurar o conceito de internacionalização e não apenas nas afamadas lojas dos trezentos. Com o virar do século, a noção de escala na produção e na venda foram-se esvaindo e recuperou-se a responsabilidade social como linha mestra do comportamento das empresas. A escola do marketing sustentável assumiu o seu posicionamento com inúmeros defensores e detractores. Entretanto, na saga da descodificação dos novos conceitos que prometem influenciar a decisão de compra, o branded- entertainment afirma contornar a aversão dos espectadores à publicidade com a criação de programas à medida dos espectadores.

Se deduzirmos o poder circunstancial à amálgama de premissas anteriores garanto-vos que ainda este ano vamos ter a primeira campanha do restaurador OLEX, integralmente concebida por Harry Wu, que promete realçar o verde dos seus cabelos e surgirá nos morangos com açucar ao som de 內爾蒙泰羅.

 

 

Restaurador Olex

 

 

publicado por B.A. às 11:48 | link do post | comentar | ver comentários (2)
Segunda-feira, 21.03.11

O networking nas redes sociais e os critérios de exclusividade. Ou a minha homenagem aos 5 anos do Twitter.

No filme "Social Network", quando os gémeos Winklevoss propõem ao Zuckerberg o seu novo projecto, falam do critério diferenciador da sua nova rede social: a exclusividade - conseguida através da utilização dos endereços de mail de Harvard. Para todos os efeitos, foi assim que nasceu o Facebook. Seria a rede social da elite universitária. O projecto nasceu, cresceu e tornou-se no monstro que é actualmente. A exclusividade desapareceu e o mercado das redes sociais "exclusivas" voltou a abrir-se. 

 

Lembro-me que quando aderi ao Facebook, mal apareceu em Portugal, um conhecido jornalista partilhou-me este desabafo: "quando o Orkut apareceu também eramos todos uma elite, em breve o Facebook será igual ao HI5". Dito e feito. Hoje o Facebook é a rede mais democrática em Portugal, simplesmente porque é aquela que é mais transversal socialmente. Não existe para partilhar experiências e opiniões, mas serve essencialmente para comunicarmos com amigos, na maioria das vezes com recurso à mais banal das futilidades. Paralelamente, vive uma invasão por parte das marcas, que facilmente criam e gerem páginas e até mesmo perfis (contra a política imposta pelo Facebook) - na sua grande maioria, sem pensarem a gestão das suas redes sociais numa perspectiva de comunicação integrada e sujeita a objectivos e técnicas de utilização específicas. 

 

Se para as marcas, ainda assim, é vital hoje em dia estarem no Facebook, será para que os profissionais também o é? O que acrescenta profissionalmente à vida de um advogado, de um jornalista, de um médico, ou de um gestor estarem nesta rede? Infelizmente, quase nada. Mais depressa relembram e cuscam a vida dos colegas de infância, da namorada da faculdade, ou do vizinho do quarto andar, do que conseguem absorver qualquer informação útil à sua vida profissional, ou gerarem networking necessário para o seu trabalho. É por estes motivos que o LinkedIN e o Twitter se tornam completamente indispensáveis à vida de um bom profissional.

 

Quanto ao LinkedIN não vou perder muito tempo. É uma rede social bem feita, organizada e vocacionada para a partilha de experiências profissionais. Infelizmente, para a maioria dos utilizadores portugueses, mais não é do que o seu CV em versão url. Não existe interacção, não existe postagem e em muitos casos nem sequer actualização do perfil.

 

O Twitter é diferente. Por norma é bem frequentado, permite absorver muita informação útil em tempo real, é de fácil interacção entre utilizadores, tem versões mobile muito boas (especialmente para iPhone e Android) e não se perde tempo em futilidades, como galerias fotográficas e jogos onde o nosso objectivo é plantar abóboras virtuais. Mas acima de tudo, é exclusivo. Exclusivo porquê? Simplesmente porque são poucas as pessoas que conseguem manter uma discussão em 140 caracteres.

 

Hoje o Twitter faz 5 anos e os interessados na sua compra vão continuar a aparecer. Simplesmente porque está vivo e porque é uma rede social que interessa, para pessoas que interessam. Esta é a rede com o verdadeiro critério da exclusividade.

publicado por João Gomes de Almeida às 20:34 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Os mais virais de 2010

Todos os anos a revista Contagious publica as campanhas mais virais do ano anterior. Infelizmente, ainda não foi desta que a Nike foi destronada, mas pelo menos sempre tivemos a presença de um parente mais pobre (ou não!).

 

Os vencedores de 2010 foram...

 

 

Nike

Write the Future

Tiger Woods

Rise


 

 

 

Tipp-Ex

TippExperience


 

 

 

DC Shoes

Gymkhana 3

publicado por B.A. às 20:00 | link do post | comentar
Sexta-feira, 18.03.11

Vale a pena ver de novo

Nham Nham

 

Sou fã de Bear Grylls. Reconheço que seja um lugar-comum dizer-se que se gosta de Ultimate Survival (ou Man vs. Wild) mas, em todo o caso, eu continuo a gostar.

Para os mais desatentos, refiro-me ao programa do Discovery Channel com aquele tresloucado que, na sua versão mais leve, come escorpiões, larvas e formigas (entre outras iguarias...) enquanto “mordazmente” desafia o seu instinto de sobrevivência.

Mas o que vale mesmo a pena ver de novo é o banner publicitário. Não é recente, mas está efectivamente bem conseguido. Num primeiro instante, até depois de almoço, aquela fatia de pizza “marchava”...

Mas veja de novo... ;)

O realce à selecção de degustação não é mais do que uma ode às suas tácticas de sobrevivência. É guerrilla, é de bom gosto e eficazmente sagaz. A comunicação é interessante quando se comunica bem.

publicado por B.A. às 16:16 | link do post | comentar | ver comentários (1)

13 de anos de Meios & Publicidade

 

A Meios & Publicidade comemora 13 anos de vida, numa edição especial com previsões para o sector da comunicação para os próximos 13 anos. Foram 13 anos de um sector que cresceu, expandiu-se, credibilizou-se e teve que habituar-se ao ritmo frenético da internet, dos blogs, da websocial e agora dos tablets, do mobile e da TV digital. Em todos esses momentos contámos com a Meios & Publicidade, a par de outras publicações, que nos foram informando sobre as novidades, as transferências nas agências, a evolução dos mercados e tudo o resto que nós, profissionais da comunicação, precisamos de saber.

Com quatro anos de actividade no sector, raro foi o dia em que não tenha ido, muitas vezes por rotina, visitar o site da M&P. Aqui na agência, todos os dias fazemos uma triagem das suas notícias e muitas vezes, inconscientemente, levamos os temas para o restaurante onde almoçamos e para os serões passados no sofá a trocarmos SMS's. Por tudo isto, os nossos parabéns à Meios & Publicidade, a quem desejamos muitos anos de vida!

publicado por João Gomes de Almeida às 11:49 | link do post | comentar

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